9.7.16

[Cine SB] Crítica: Como eu era antes de você - Me before you (2015)




Título: Como eu era antes de você (Me before you)
Ano: 2016
Diretora: Thea Sharrock
Roteiro: Jojo Moyes
Gênero: Drama / Romance
Duração: 1h50min
Elenco: Emilia Clarke, Sam Clafin, Janet McTeer, Matthew Lewis, Jenna Coleman, Charles Dance.


Sinopse:

Rico e bem sucedido, Will (Sam Claflin) leva uma vida repleta de conquistas, viagens e esportes radicais até ser atingido por uma moto, ao atravessar a rua em um dia chuvoso. O acidente o torna tetraplégico, obrigando-o a permanecer em uma cadeira de rodas. A situação o torna depressivo e extremamente cínico, para a preocupação de seus pais (Janet McTeer e Charles Dance). É neste contexto que Louisa Clark (Emilia Clarke) é contratada para cuidar de Will. De origem modesta, com dificuldades financeiras e sem grandes aspirações na vida, ela faz o possível para melhorar o estado de espírito de Will e, aos poucos, acaba se envolvendo com ele.


Minha opinião (sem spoiler):

"Como eu era antes de você" ou "Eu chorando pakas e mais um pouco" é um filme dirigido por Thea Sharrock e roteirizado pela Jojo Moyes (autora do livro homônimo que deu origem ao filme). A sensibilidade das duas contribuíram para um filme emocionante, bem montado e que, de modo geral, deu conta do recado e conseguiu ficar a altura do livro.
Nos primeiros minutos... primeiro fiquei nervosa, e depois orgulhosa com a atuação de Emilia Clarke. Ela já tinha se saído muito bem nos trailers, há quem diga que não e que ela teve alguns momentos de overreacting, mas não é bem por aí: ficou de acordo com a personagem, e o equilíbrio dela durante o filme deixa isso bem evidente, não há como ir contra.
Depois de um tempo... Sam também chamou atenção com sua atuação, o enredo se mostrou bem fiel e me encontrei com uma quedinha pela trilha sonora, que conta com músicas de The 1975 e Ed Sheeran. O figurino utilizado também me surpreendeu, me apaixonei pelas roupas de Louisa Clark. Mas, com as partes muito boas, também vieram as partes ruins.  Em duas cenas bem específicas senti falta de uma emoção externa, talvez algumas lágrimas, um choro mais "real", ranho e aquela coisa toda. Isso me arrancou um pouco do filme, e eu comecei a enxergar a distancia que ele ganhava cada vez mais da realidade. 
Chegando no final... as lágrimas chegaram também, foi impossível conter a emoção diante de todos os diálogos bem montados que acabaram valorizando e até compensando as emoções que anteriormente foram um pouco reprimidas. Achei que poderiam ter demorado um pouco mais nas últimas cenas, que são muito importantes e pareceram perder um pouco o impacto final, mas entendo que tenham motivos para não fazer isso (os quais não serão citados por causa dos spoilers).


Eu me tornei uma pessoa totalmente diferente por sua causa. - Louisa Clark.

Ao todo, foi um filme gostoso de assistir, um romance como poucos, mas com um questionamento muito forte e válido por trás que, sinceramente, não foi bem abordado no filme. 

Para quem assistiu: o que achou do final? De qual "lado" você ficou?

Nota: 4,0/5


Redes sociais: Twitter | Instagram

2 comentários:

  1. Assisti semana passada no cinema o filme e também não consegui conter as lágrimas!
    Fiquei tão reflexiva após sair do cinema, com aquela cena da Louisa andando por Paris várias e várias vezes...
    O filme realmente mexeu comigo e o que eu mais gostei nele foi os momentos alegres e divertidos contidos nele, não só os momentos tristes <3
    Gostei muito da atuação dos dois!
    A trilha sonora também conquistou meu coração!

    Beijos, Luh
    https://heartbreaker-girls.blogspot.com.br/

    ResponderExcluir
  2. Tava com muita vontade de ir assistir no cinema mas não pude, só esperando sair em hd pra baixar e assistir <3

    http://meninapsicotica.wordpress.com/

    ResponderExcluir

A sua opinião é muto importante para nós. Obrigada!
Os comentários do blog passam por moderação antes de serem publicados.

O StarBooks é onde trocamos figurinhas sobre livros, lançamentos literários e suas adaptações, entre outras coisas; sempre com o objetivo de incentivar a leitura independente de gênero. (Mais?)

 
StarBooks © Todos os direitos reservados :: voltar para o topo