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6.7.20

Uma ilha no oceano 
Autora: Annika Thor
Editora: Galera
Páginas: 240

Americanas | Amazon | Submarino | Skoob
É verão de 1939. Duas irmãs judias, vindas de Viena, são enviadas à Suécia para escapar do terror nazista. Elas acreditam que ficarão com as famílias adotivas apenas por seis meses, até que seus pais possam fugir da Áustria e levá-las para a América. Mas, como a guerra se torna cada vez mais cruel, as meninas permanecem esperando, numa afastada ilha de pescadores na costa oeste da Suécia. A mais nova, Nelli, rapidamente absorve os costumes de sua nova casa. Contente com a família que a acolheu, logo prefere usar o sueco à sua língua materna, o alemão. A irmã mais velha, porém, tem dificuldades para se adaptar. 

3.7.20


Coração de Tinta

Autora: Cornelia Funke
Editora: Seguinte 
Páginas: 456
Skoob | Editora Seguinte | Amazon
Há muito tempo Mo decidiu nunca mais ler um livro em voz alta. Sua filha Meggie é uma devoradora de histórias, mas apesar da insistência não consegue fazer com que o pai leia para ela na cama. Meggie jamais entendeu o motivo dessa recusa, até que um excêntrico visitante noturno finalmente vem revelar o segredo que explica a proibição.
É que Mo tem uma habilidade estranha e incontrolável: quando lê um texto em voz alta, as palavras tomam vida em sua boca, e coisas e seres da história surgem como que por mágica. Numa noite fatídica, quando Meggie ainda era um bebê, a língua encantada de Mo trouxe à vida alguns personagens de um livro chamado "Coração De Tinta". Um deles é Capricórnio, vilão cruel e sem misericórdia, que não fez questão de voltar para dentro da história de onde tinha vindo e preferiu instalar-se numa aldeia abandonada. Desse lugar funesto, comanda uma gangue de brutamontes que espalham o terror pela região, praticando roubos e assassinatos. Capricórnio quer usar os poderes de Mo para trazer de "Coração De Tinta" um ser ainda mais terrível e sanguinário que ele próprio. Quando seus capangas finalmente seqüestram Mo, Meggie terá de enfrentar essas criaturas bizarras e sofridas, vindas de um mundo completamente diferente do seu.
25.6.20


Todos temos(desejamos) um squad pra vida. Daqueles que te acolhem, te completam e te fazem uma pessoa melhor. Com amigos que são como família e não se importam em ser a pessoa malvada se for para o seu bem, nem em ser para quem você vai ligar três da matina se tiver que pedir ajuda. Um squad que parece destino, porque foi a família que você escolheu e nada é mais importante que escolher alguém para ser parte da sua existência, nem mais emocionante do que ser escolhida de volta.

Então venham conferir a resenha de um dos melhores kdramas da minha vida e venham conhecer o squad que se eu pudesse eu queria incluir no meu grupo de amigos!!!
23.6.20




Não há segunda chance
Autor: Harlan Coben
Editora: Arqueiro
Páginas: 335



Após ser gravemente ferido numa invasão à sua casa, Marc Seidman desperta de um coma de quase duas semanas e descobre que sua vida foi destruída. A esposa foi assassinada. A filha, Tara, de 6 meses, desapareceu. Depois de tanto tempo, parece impossível descobrir onde a bebê está, mas de repente Marc tem um alento ao receber um pedido de resgate. Só que o bilhete faz uma clara advertência: se ele falar com a policia, nunca mais verá a filha. Não haverá segunda chance. Sem ter a quem recorrer, Marc fica dividido entre a agonia e a agonia e a esperança. E quando os investigadores passam a considerá-lo o principal suspeito dos crimes, ele precisa se lançar numa busca desesperada pela verdade não apenas para recuperar Tara, mas também para salvar a própria vida.

3.6.20


Olá Starleitor, como vai?

Atualmente estamos presenciando uma onda de revoltas por um problema antigo, (que pasmem! Em pleno século XXI ainda existe.) o racismo. E caro leitor, isso me fez pensar sobre o quão profundo é essa cicatriz e o quanto ela detona a nossa sociedade como um todo. Seja você negro, branco ou amarelo. O racismo não só destrói a vida, a família, os sonhos, os projetos, a esperança das pessoas... ele elimina a humanidade como um elemento essencial para se conviver; já que, ao praticar ou somente ignorar a sua existência estamos consciente ou inconscientemente dizendo que ele é algo aceitável e que sendo dessa forma faz parte (e pronto!) do nosso núcleo social, ou seja, que é uma prática comum. 

Mas, não! 

Não é bem assim. O ato racista não deve ser encarado como algo rotineiro e presente nas nossas vidas, por mais que ele esteja, o fato de somente ignorarmos faz com que aos olhos da sociedade o problema se torne minúsculo, mas sabemos que de pequeno ele não tem nada.

Vamos lembrar que o racismo não é somente um preconceito - ele é algo muito maior - é uma construção social. O 'ser' racista, é uma atitude que foi implantada por séculos em nossa sociedade, por conta da prática escravista. Ou seja, muitas pessoas não enxergam o seu próprio preconceito, porque isso foi implantado nelas desde a infância pela sociedade e toda sua estrutura desigual. O ato racista não está SOMENTE quando pessoas negras são assassinadas, humilhadas ou privadas por conta de sua cor, mas, está presente em atos pequenos do dia a dia, como subjugações, palavras de teor racista como "a coisa tá preta", "mulato", "neguinho". Afinal, ninguém chega em uma pessoa branca e diz "e aí branquinho...", não é?! Reforçar esses ditos só animaliza o ser humano, e o faz parecer diferente do outro. Não meu amigo(a), não estou te dizendo que você é uma pessoa ruim por sempre ter falado assim, já que você tecnicamente nasceu em uma estrutura deturpada, que trata chamamentos como esse, como algo normal, e, claro romper conceitos preconceituosos é algo que leva tempo, não é de um dia para o outro... é um processo que cabe somente a você começar. Quando rompemos com essas ideias retrógradas, estamos mesmo que a passos pequenos dizendo que o racismo não é aceitável e que talvez no futuro, com a nossa ajuda ele se torne uma doença social finalmente extinta. Ah, e sobre as subjugações? Você caro leitor, já pensou que uma pessoa, só porque era negra, iria te assaltar? Sinto muito em te dizer isso, mas, você a subjugou. E sim, isso é um ato racista, já que reforça esteriótipos racistas. 

O ser humano é um elemento único. Ele é dotado de inteligência, beleza, carisma, sonhos e acima de tudo sentimentos. Existem variados tipos físicos de seres humanos, mas, todos  - EU DIGO TODOS - tem esses atributos. Isso é algo natural nosso. Ninguém é melhor ou maior que ninguém por causa da cor... para a natureza somos uma espécie única. Por isso starleitor, não menospreze o outro pela cor, etnia, gênero ou qualquer outra coisa... somos feitos de pó e voltaremos a sê-lo por completo. 

"Ninguém é responsável pela cor da pele. Esse fato da natureza não revela o caráter ou a qualidade da pessoa." Marian Anderson
 Texto por: Jennifer Valverde.
25.5.20

Oie galerinha!!!! Tudo bem?

O post de hoje é de livros - que eu amo muito hahaha - com temática LGBTQI+, seja para quem quer conhecer mais do assunto, seja para quem quer indicações, seja para quem já ama e só vai concordar comigo.

Espero que aproveitem!
Um milhão de finais felizes
352 páginas (2018)
Jonas não sabe muito bem o que fazer da vida. Entre suas leituras e ideias para livros anotadas em um caderninho de bolso, ele precisa dar conta de seus turnos no Rocket Café e ainda lidar com o conservadorismo de seus pais, sua mãe alimenta a esperança de que ele volte a frequentar a igreja, e seu pai não faz muito por ele além de trazer problemas.
Mas é quando ele conhece Arthur, um belo garoto de barba ruiva, que Jonas passa a questionar por quanto tempo conseguirá viver sob as expectativas de seus pais, fingindo ser uma pessoa diferente de quem é de verdade. Buscando conforto em seus amigos (e na sua história sobre dois piratas bonitões que se parecem muito com ele e Arthur), Jonas entenderá o verdadeiro significado de família e amizade, e descobrirá o poder de uma boa história.
 Porque eu digo que você precisa conhecer esse livro?


Honestamente? Porque eu AMO o Vitor Martins - HAHAHAHAHA - não que não seja verdade, pois real, amo muito esse menino, sim menino porque ele não é tão mais velho que eu e se eu não penso em mim como mulher também não vou pensar nele como homem, mesmo ele sendo um grande homem.

Enfim, mas a verdade é que "Um milhão de finais felizes" fez um clique dentro de mim, enquanto eu lia esse livro - nacional - eu me sentia tão... em casa, é difícil explicar mas é maravilhoso de sentir. Não teve um nada nessa leitura que não foi ótimo, prazeroso e lindo.

É totalmente outro nível ler um livro que foi feito por um brasileiro que entende a gente, que passa pelas mesmas coisas que a gente, que em seu livro tem personagens literalmente gente como a gente, em lugares que eu posso ir se quiser, com coisas que fazem parte do meu cotidiano e tretas que fazem parte da minha cultura - por mais que sinceramente? Essas tretas fazem parte de qualquer cultura não? Só vão, porque é perfeito.

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