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17.3.19

13.3.19

6.3.19

Amor Sem Medidas - Desejo Proibido #3
Autora: Sophie Jackson
Editora: Arqueiro
Páginas: 288
Tudo ia bem na vida de Riley Moore, um ex-presidiário que trabalha duro para se manter de forma honesta em Nova York. Um telefonema da mãe, no entanto, acaba tirando o rapaz dos eixos: o pai está internado em estado crítico, depois de sofrer o segundo ataque cardíaco em menos de dois anos. Para estar ao lado da mãe nesse momento tão difícil e tentar resolver seus conflitos com o pai antes que seja tarde demais, Riley deixa tudo para trás e retorna a Michigan, sua terra natal, pela primeira vez em cinco anos. Mas lá não estão apenas os pais de Riley e as memórias de sua família: Lexie Pierce ainda vive na cidade. Grande amor da vida de Riley, ela também foi a responsável por deixar seu coração em pedaços. Como se a alma de um atraísse a do outro, o encontro entre os dois é inevitável. As lembranças de um amor poderoso fazem Riley querer Lexie de volta aos seus braços. Entretanto, a garota esconde um grande segredo, capaz de colocar à prova a confiança e os sentimentos do rapaz. Será que eles conseguirão superar a dor e o sofrimento de sua história para enfim viverem felizes para sempre?
4.3.19

"O que poucas pessoas têm em mente é que Cultura, no sentido mais amplo da palavra, não se restringe apenas ao entretenimento. O objetivo maior e primeiro da Cultura é nos transformar em pessoas melhores, agregando novos conhecimentos e percepções sobre nós mesmos, os outros e o entorno em que vivemos – é isso que A Contrapartida faz. A sua leitura nos proporciona uma série de profundas e valiosas reflexões sem, contudo, deixar o entretenimento e o suspense de lado. Com relação ao suspense, gostaria de fazer uma breve analogia com o mundo do cinema para ser mais claro em minha exposição. Um bom thriller é aquele que nos causa ansiedade para ver a próxima cena e nele os acontecimentos não são óbvios e declarados. Enfim, é o que aconteceu comigo quando li A Contrapartida – eu queria saber o que estava para acontecer na próxima página, de modo a poder ligar os fatos apresentados no livro e ter as respostas às perguntas que a leitura indiretamente me fazia. Inevitavelmente, a leitura do livro me remeteu à Hollywood. Quando nos referimos a thrillers, logo vem à mente o nome de Alfred Hitchcock, cuja genialidade se encontrava em entender profundamente a psiquê do ser humano e em criar um estado emocional tão intenso no público, que seus filmes se transformavam imediatamente em sucesso. Essa mesma genialidade foi reproduzida aqui neste livro. O autor conseguiu criar caminhos mentais de condução de nós, leitores, em um mundo imaginativo de suspense e mistério dignos de um grande blockbuster.” Lion Andreassa – produtor e diretor de cinema da Lumix Art Films.
25.2.19

Sinopse - Uma história policial que parece saída de noticiários do mundo inteiro, com múltiplos assassinatos, tráfico de drogas, prostitutas escravizadas e contrabando. Assim é o Letal, thriller no qual a veterana Sandra Brown constrói uma trama extremamente realista, sem deixar de lado o suspense e o erotismo característicos de suas narrativas. No livro, um homem ferido, acusado de assassinar sete pessoas, se esconde no quintal da jovem viúva de um policial, tomando a mulher e sua filha de quatro anos como reféns enquanto tenta escapar de seus perseguidores pelas estradas e rios da Lousiana, nos Estados Unidos. Afirmando-se inocente, ele busca respostas para crimes cometidos por uma rede bem organizada, cujos integrantes estão camuflados em papeis sociais distintos. Sem fixar a trama no casal de protagonistas – o fugitivo que se apresenta como um estivador de passado desconhecido seria um agente federal infiltrado para descobrir a quadrilha –, Sandra Brown traz, em cada capítulo, teses que são desconstruídas por diferentes personagens. Até a situação das reféns é questionada – teria a jovem viúva se envolvido com seu captor e tornado-se sua cúmplice? – por pessoas que estariam ou não à frente desses mesmos crimes. O próprio marido da viúva tem sua integridade posta em dúvida. Morto em acidente de carro, ele poderia ter investigado ou fazer parte da folha de pagamento dos criminosos, que aliciam policiais de todas as esferas para encobrir ou mesmo praticar falcatruas. Enquanto a trama se desenrola, Sandra Brown não esquece dos dramas paralelos da vida de cada personagem. Um matador contratado pelo Contador, o codinome do chefe da rede criminosa, hesita em eliminar uma testemunha – uma adolescente prostituída por quem se apaixona. Um dos policiais federais e sua mulher se dedicam incansavelmente a cuidar do filho com paralisia cerebral desde o nascimento, que levou a mãe a deixar de lado a carreira profissional e impediu o casal de realizar os sonhos de conhecer o mundo e ter uma vida sofisticada. A melhor amiga da jovem viúva é uma mulher que cresceu nos negócios ao casar-se com homens mais velhos bem-sucedidos. As críticas ao comportamento de todos surgem nos comentários de cada participante desta trama, cujo senso de realismo serve como base para o leitor se enredar em desvendar cada mistério.

23.2.19

Sinopse - Mais de uma década após o sucesso de A menina que roubava livros, Markus Zusak traça a saga de uma família em busca de redenção. Se em A menina que roubava livros é a morte quem conta a história, em O construtor de pontes, novo romance de Markus Zusak, presente e passado se fundem na voz de outro narrador igualmente potente: Matthew, o filho mais velho da família Dunbar. Sentado na cozinha de casa diante de uma máquina de escrever antiga, ele precisa nos contar sobre um dos seus quatro irmãos, Clay. Tudo aconteceu com ele. Todos mudaram por causa dele. Anos antes, os cinco garotos haviam sido abandonados pelo pai sem qualquer explicação. No entanto, em uma tarde ensolarada e abafada o patriarca retorna com um pedido inusitado: precisa de ajuda para construir uma ponte. Escorraçado pelos jovens e por Aquiles, a mula de estimação da família, o homem vai embora novamente, mas deixa seu endereço num pedaço de papel. Acontece que havia um traidor entre eles: Clay. É Clay, então, quem parte para a cidade do pai, e os dois, juntos, se dedicam ao projeto mais ambicioso e grandioso de suas vidas: uma ponte feita de pedras e também de lembranças — lembranças da mãe, do pai, dos irmãos e dele mesmo, do garoto que foi um dia, antes de tudo mudar. O tempo, assim como o rio sob a ponte, tem uma força avassaladora, capaz de destruir, mas também de construir novos caminhos. O construtor de pontes narra a jornada de uma família marcada pela culpa e pela morte. Com uma linguagem poética e inventiva, Markus Zusak nos presenteia mais uma vez com uma história inesquecível, uma trama arrebatadora sobre o amor e o perdão em tempos de caos.

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