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15.1.18

[Resenha] Death Note Vol. 1 :: Tsugumi Ohba, Takeshi Obata

Death Note #1
Autor: Tsugumi Ohba e Takeshi Obata
Editora: JBC
Páginas: 400
Sem nada de interessante para fazer no Mundo dos Shinigamis, o Deus da Morte Ryuk deixa cair intencionalmente na Terra o seu Death Note. O caderno possui poderes macabros: a pessoa que tem seu nome escrito nele, morre! O Death Note acaba indo parar na mão de Light Yagami. Aluno exemplar, porém entediado, ao descobrir os sinistros poderes do caderno negro, decide virar um justiceiro e varrer a criminalidade da face da Terra. As seguidas mortes de criminosos em vários países diferentes acabam chamando a atenção da Interpol, que, por sua vez, pede ajuda ao maior detetive do mundo, conhecido apenas por “L”, para resolver o caso. Inicia-se assim um frenético jogo de gato e rato entre Light e seu perseguidor implacável, enquanto Ryuk diverte-se com os acontecimentos que se desenrolam em decorrência do uso do Death Note.
De um forte desejo por justiça até o anseio incontrolável por poder, e mais poder, e mais poder. Death Note pode falar sobre muitas coisas, mas sempre quando comento sobre o mangá/anime (por favor, o filme não!), é isso que me vem em mente: poder e corrupção.
Disso a galera aqui do Brasil entende bem né? Não é difícil encontrar casos de pessoas que se corromperam por dinheiro... no entanto, é um pouco mais difícil encontrar quem tenha se corrompido por poder.
Afinal, como que é isso? O que faz uma pessoa querer ser vista acima dos outros, mesmo que as vezes até inconscientemente?

O Death Note, tradução mais ou menos, "Caderno da Morte", é uma ferramenta usada pelos deuses da morte, os Shinigamis, para matar humanos. Ryuk, um deus da morte entediado, resolve deixar um desses cadernos simpáticos cair por aí, só para dar uma agitada nas coisas. É o jovem Light Yagami que o encontra.

Light Yagami é aquele adolescente normal de todas as historinhas de colegial? Não, ele não é. Ele faz do tipo focado que pensa no futuro, tira as melhores notas na escola, mas isso serve mesmo para deixar claro desde o início que o cara é inteligente pra caramba e não desiste fácil não. Quando ele encontra o tal do Death Note, é que a história começa.

O interessante mesmo do Death Note não é o poder em si, matar pessoas, mas todas as regras (e são muitas!) que acabam possibilitando as mais diversas estratégias de Light para fugir do radar da Interpol - que não demorou muito para descobrir que tinha algo estranho no aumento de mortes de presos por ataque cardíaco - e traçar um caminho até o seu próprio endeusamento.

L é o cara que aparece logo no início para tirar um pouco da bola toda do Light (ou Kira, como conhecido pelos fãs - leia e saberá), ele também muito inteligente, é o único que aparece com potencial para descobrir o que realmente está acontecendo. Sem mostrar o rosto e sem divulgar seu nome, ele sai do radar de Light (que precisa dessas duas coisas para matar) e se torna seu arqui-inimigo. 

Então, meus amigos, começa um jogo muito louco de poder e estratégia. Light, o Kira, de um lado, com o poder do Death Note, L do outro, com seu orgulho intacto, disposto a ir até as últimas consequências.

Death Note é um mangá super bem roteirizado, ideal para quem está começando a ler esse tipo de literatura, mas também para quem está começando a ver animes! Sim, a adaptação é super fiel, bem feita e está disponível na Netflix. Espere muitas reviravoltas, ótimas linhas de evolução dos personagens, e se divirta.

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