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31.12.19

Retrospectiva 2019 ~ Os melhores eleitos pela equipe SB


Hey pessoal. Feliz ano novo não?! Meio adiantado, mas é para vocês poderem ver!!!

Tudo bem? Esperamos que sim, desejamos que acordem tarde, vão dormir de barriga cheia e vários sorrisos e que o primeiro dia do ano seja sendo bom ou pelo menos tenha seus momentos.

Já chegamos aos finalmentes do ano e como todo mundo começamos a relembrar os tantos acontecidos e não acontecidos que nos acometeram não? Hahaha, desculpe por isso, mas não deu a zueira saiu antes de parar, apesar de só ter dito verdades, chega as últimas semanas de dezembro e a gente já vai ficando nostálgico e pensando no que queria ter feito e não fez, no que vai prometer de novo pro próximo ano, nas coisas que nem imaginava que aconteceriam e estão aí agora... Aaah, dezembro seu danadinho.

Enfim, já que estamos em clima de retrospectiva decidimos fazer uma geralzona pra vocês, todo mundo da equipe que quis - e pode - elegeu seu top 3 para séries, livros e filmes e o que queremos saber é: vocês concordam? Discordam? Colocariam o que no lugar se fosse a sua?

Bora conferir e não deixe de nos contar hein!!!


Melhores livros ~ por Agatha
   
Reino de Cinzas - Trono de Vidro #5
Sarah J. Maas - 938 - 2019
A conclusão épica e inesquecível da série Trono de Vidro.
Trancada em um caixão de ferro, Aelin luta para permanecer forte e resistir às torturas de Maeve, pois sabe que a sobrevivência de seu povo depende disso. Mas a cada dia que passa, parece mais difícil manter a determinação. Em Terrasen, Aedion, Lysandra e seus aliados se esforçam para conter a ameaça iminente, porém a força dessa aliança pode não ser o suficiente para barrar as hordas de Erawan e proteger Terrasen da destruição total. Enquanto isso, do outro lado do oceano, Rowan não irá desistir de encontrar seu amor, sua parceira, sua rainha.
À medida que os fios do destino se entrelaçam no explosivo final da série Trono de Vidro, todos devem lutar se quiserem uma chance de sobreviver.
Porquê eu digo que foi o melhor livro do ano: 
Acho que só por ser um livro da Sarah J. Maas já estaria na minha lista de melhores do ano, já que nunca li nada dessa mulher que eu não acabasse apaixonada completamente, mas Reino de Cinzas merece o primeiro lugar com louvor. Foi um final épico e muito digno, que me emocionou, conquistou, me fez chorar, rir e suspirar. Foi mais do que o fim que eu esperava para essa saga que acompanho há anos. 


Vermelho, branco e sangue azul 
Casey McQuiston - 392 - 2019
O que pode acontecer quando o filho da presidenta dos Estados Unidos se apaixona pelo príncipe da Inglaterra?
Quando sua mãe foi eleita presidenta dos Estados Unidos, Alex Claremont-Diaz se tornou o novo queridinho da mídia norte-americana. Bonito, carismático e com personalidade forte, Alex tem tudo para seguir os passos de seus pais e conquistar uma carreira na política, como tanto deseja.
Mas quando sua família é convidada para o casamento real do príncipe britânico Philip, Alex tem que encarar o seu primeiro desafio diplomático: lidar com Henry, irmão mais novo de Philip, o príncipe mais adorado do mundo, com quem ele é constantemente comparado ― e que ele não suporta.
O encontro entre os dois sai pior do que o esperado, e no dia seguinte todos os jornais do mundo estampam fotos de Alex e Henry caídos em cima do bolo real, insinuando uma briga séria entre os dois.
Para evitar um desastre diplomático, eles passam um fim de semana fingindo ser melhores amigos e não demora para que essa relação evolua para algo que nenhum dos dois poderia imaginar ― e que não tem nenhuma chance de dar certo. Ou tem?
Porquê eu digo que foi o melhor livro do ano: 
Fazia muito, mas muito tempo que eu não lia um livro tão compulsivamente como eu li esse baby, a leitura estava tão ótima e eu fui tão burra em começar a noite que eu fui dormir e sonhei - sim gente sonhei! - com o livro. Foi pros favoritos vida sim e para lista de livros que vou reler quando eu parar de recitar frases que eu decorei. Não tenho um defeito pra essa estória... mentira tenho um sim, ela acabou e eu queria mais.


Garota em pedaços
Kathleen Glasgow - 384 - 2017
Além de enfrentar anos de bullying na escola, Charlotte Davis perde o pai e a melhor amiga, precisando então lidar com essa dor e com as consequências do Transtorno do Controle do Impulso - um distúrbio que leva as pessoas a se automutilarem. "Viver não é fácil". Quando o plano de saúde de sua mãe suspende seu tratamento numa clínica psiquiátrica - para onde foi após se cortar até quase ficar sem vida -, Charlotte Davis troca a gelada Minneapolis pela ensolarada Tucson, no Arizona (EUA), na tentativa de superar seus medos e decepções. Apesar do esforço em acertar, nessa nova fase da vida ela acaba se envolvendo com uma série de tipos não muito inspiradores.
Cansada de se alimentar do sofrimento, a jovem se imbui de uma enorme força de vontade e decide viver e não mais sobreviver. Para fugir do círculo vicioso da dor, Charlotte usa seu talento para o desenho e foca em algo produtivo, embarcando de cabeça no mundo das artes. Esse é o caminho que ela traça em busca da cura para as feridas deixadas por suas perdas e os cortes profundos e reais que imprimiu em seu corpo.
Porquê eu digo que foi o melhor livro do ano: 
Esse foi um livro surpresa, não lembro exatamente porquê o comprei e nem quando mas eu sabia que precisava ler e por motivos de a vida não é fácil e gentil às vezes eu o adiei e adiei e finalmente criei coragem esse ano, e UAU, foi exatamente como eu achava que seria: um soco no estômago, daqueles que te tira o ar e você sente a pressão muito depois. Que leitura gente, que livro necessário, eu falaria lindo, mas acho que seria errado pois ninguém que achar isso lindo pode ser considerado normal, mas como foi libertador ver esse tipo de história sendo contada, ver esse tipo de voz ganhando as páginas. Eu chorei e foi de gratidão pela coragem dela em contar uma estória que muitos se envergonham mas que todos deveriam conhecer para poder ajudar.


Melhores filmes ~ por Agatha
Star Wars IX - A ascensão Skywalker
J. J. Abrams (2019)

Com o retorno do Imperador Palpatine, todos voltam a temer seu poder e, com isso, a Resistência toma a frente da batalha que ditará os rumos da galáxia. Treinando para ser uma completa Jedi, Rey (Daisy Ridley) ainda se encontra em conflito com seu passado e futuro, mas teme pelas respostas que pode conseguir a partir de sua complexa ligação com Kylo Ren (Adam Driver), que também se encontra em conflito pela Força.
Porquê eu digo que foi a melhor filme do ano: 
Sabe quando você é criança e tem todos aqueles momentos e coisas que te ajudam a se tornar a pessoa que você é? Star Wars faz parte desses momentos pra mim, eu não me lembro direito daqueles momentos, mas me lembro de meu pai me levar ao cinema, me comprar um McDonald's e eu entrar com os olhos arregalados para ver Ataque dos Clones... então poder ver o fim de uma saga que durou minha existência inteira até o momento, UAU, como descrever isso? Não importa se eu realmente amei o filme - e eu amei, mesmo com o final que eu teria feito diferente mas é bem a cara de Star Wars -, só pelo fato de ser o que ele é eu já entrei no cinema sabendo que o filme seria um grande ponto final para mim e AMÉM que foi um ponto bom!!!

Vingadores - Ultimato
Joe Russo, Anthony Russo (2019)

Após Thanos eliminar metade das criaturas vivas, os Vingadores precisam lidar com a dor da perda de amigos e seus entes queridos. Com Tony Stark (Robert Downey Jr.) vagando perdido no espaço sem água nem comida, Steve Rogers (Chris Evans) e Natasha Romanov (Scarlett Johansson) precisam liderar a resistência contra o titã louco.
Porquê eu digo que foi a melhor filme do ano: 
Sim galerinha, sou uma nerd de carteirinha não posso negar, mas aqui é a mesma coisa que o primeiro filme, o que posso fazer se cresci lendo histórias em quadrinhos da Marvel e da DC e o que posso fazer se esses quadrinhos ganharam vida nos cinemas e eu amei tanto? E o que posso fazer se a coisa ficou tão grande que pudemos criar um universo inteiro a partir disso? Meu surto foi grande sim, gritei no cinema sim, me emocionei sim e chorei também! Tem suas falhas? Claro, eu mesma critiquei, sou escritora afinal - hahahaha - mas nem isso tirou o brilho que ficou em meu coração ou a emoção que me encheu.

Como treinar o seu dragão 3
Dean DeBlois (2019)

Decidido a fazer de Berk um verdadeiro libelo ao ideal da convivência pacífica entre homens e dragões, Soluço e seus amigos seguem atrás de caçadores, para não só libertar suas presas mas também impedir a matança desenfreada dos animais. O esforço do grupo desperta a atenção de Grimmel ao descobrir que entre eles está Banguela, um legítimo Fúria da Noite. O vilão então desenvolve um plano para capturá-lo a todo custo, usando como arma uma fêmea capturada, da mesma espécie.
Porquê eu digo que foi a melhor filme do ano: 
Okay, só tem fim de saga ou trilogia aqui mas o que posso fazer se sou tomada de amores por bons finais? Como treinar seu dragão pra mim é um marco nas animações, esse filme é incrível demais gente, a construção do enredo, o desenvolvimento dos personagens e da trama, a complexidade das coisas simples da vida em meio ao caos das grandes questões. A maneira como questões como preconceito, ser diferente, ir contra tudo o que te foi ensinado em prol do que você acha certo, novas visões sob tradições ultrapassadas, guerras desnecessárias, guerras necessárias, o valor de se confiar no outro e em si mesmo... Uau, não tenho como expressar meu amor pelo Soluço, Banguela e Astrid e esse final, eu nunca vi meu irmão chorar com filme, às vezes tô lá nos lencinhos e ele todo "Que exagero", mas nesse ele me pediu até um tempo para se recuperar porque foi lindo e perfeito demais.


Melhores séries ~ por Agatha
Be Melodramatic / Search: WWW
1 temporadas (2019)/ 1 temporada (2019)
Essas amigas, todas já na casa dos trinta anos, trabalham na indústria do entretenimento – Im Jin Joo (Chun Woo Hee), Lee Eun Jung (Jeon Yeo Bin) e Hwang Han Joo (Han Ji Eun) – mas cada uma trabalha em circunstâncias próprias.
Im Jin Joo é roteirista de uma série de TV. Seus sonhos literários frequentemente invadem sua escrita, e sua personalidade meio excêntrica frequentemente resulta em conversas com objetos inanimados.
Já Hwang Han Joo dirige o departamento de marketing de uma companhia e luta para dar conta do seu trabalho – principalmente por ter que dar conta também de sua responsabilidade como mãe.
E Lee Eun Jung dirige sua própria produtora de documentários, em que ela também é a única funcionária.
A vida começa a mudar para o trio quando um dos documentários produzidos por Lee Eun Jung se torna um sucesso inesperado, fazendo com que ela caia nas graças do público.
Como essas amigas se sairão com os novos desafios em suas carreiras – e o que o futuro tem reservado para elas?
A especialista em tecnologia de 30 e poucos anos Bae Ta Mi (Im Soo Jung) está voando alto como diretora de uma plataforma de busca chamada Unicon.
Bae Ta Mi acredita estar unicamente focada em transformar a Unicon na maior história de sucesso de TI do país... Mas seu mundo vira de cabeça para baixo quando, após uma audiência no tribunal, ela de repente se vê desempregada graças, em grande parte, à manobra de sua antiga mentora, Song Ga Kyung (Jeon Hye Jin).
Perturbada, ela conhece Park Mo Geon (Jang Ki Yong), um compositor de música para videogames — um homem que claramente nutre sentimentos por ela.
Bae Ta Mi decide se vingar de Song Ga Kyung unindo-se à maior concorrente da Unicon: Baro, onde ela precisa colaborar com a diretora Cha Hyun (Lee Da Hee), sua eterna rival — que por acaso também é especialista em judô.
Será que a vingança será doce para Bae Ta Mi? Ela conseguirá equilibrar o início de um romance com sua atribulada vida profissional?
Porquê eu digo que foi a melhor série do ano: 

Eu lutei e lutei para escolher qual das duas seria a minha melhor do ano e cheguei a conclusão que as duas o são. Não tem como escolher entre Be Melodramatic e Search:WWW (Kingdom Fansubs), fazia tanto tempo que eu esperava algo assim da Coréia, séries atuais com mulheres reais e empoderadas, com questões frágeis e do dia-a-dia e que não diminuíssem as personagens mas que mostrassem que podemos ser fortes, extremamente fortes e ainda sim frágeis também, mas que isso não necessariamente signifique que precisamos da ajuda de um homem ali, podemos ter ajuda de outros pontos e podemos querer um boy na nossa vida, um que acrescente sabe? E esses dois hinos vieram para revolucionar com seus tapas na cara e temas polêmicos e girl power e boys de nos fazer rir e suspirar.

Stranger Things 3
3 temporada (2019)
É verão em Hawkins. De férias da escola, Eleven (Millie Bobby Brown), Mike (Finn Wolfhard), Dustin (Gaten Matarazzo), Lucas (Caleb McLaughlin), Will (Noah Schnapp) e Max (Sadie Sink) aproveitam as novidades do recém inaugurado shopping da cidade, enquanto experienciam situações típicas da adolescência que colocam a prova a amizade do grupo. Mas quando a cidade volta a ser ameaçada por inimigos novos e antigos, eles precisam lembrar que a união é mais forte que o medo.
Porquê eu digo que foi a melhor série do ano:
Desde que lançou essa série ela é um das minhas favoritas e a terceira temporada veio para se tornar a favorita entre as favoritas, sério, que série!!! Nessa temporada vimos todos eles crescendo e okay, não sou mais jovem assim, já estou longe da adolescência, mas foi tão nostálgico vê-los passando por esse momento e amadurecendo como pessoas fora do grupo, percebendo que possuem interesses diferentes e notando que relacionamentos são mais complexos do que imaginavam, isso sem falar dos nossos jovens adultos que estão enfrentando as dificuldades e desafios da nova fase e ainda tentando dar conta do que sentem... gente e o shipp? Preciso falar dos nossos shipps? Não né? Muito bom, bom demais. 



When the Camellia Blooms
1 temporada (2019)
Dong-Baek (Kong Hyo-Jin) é uma mãe solteira que se mudou para um cidadezinha no interior, Osan, e monta um bar, Camellia, para sustentar seu filho em meio aos inúmeros restaurantes de caranguejo marinado. Em meio aos preconceitos de ser mãe solteira, bonita e dona de um bar Dong-Baek acaba se envolvendo com três homens em situações distintas. Um homem bom, um homem mau e um homem misterioso.
Porquê eu digo que foi a melhor série do ano:
When the Camellia Blooms (Netflix) foi uma surpresa maravilhosa, gosto demais do elenco em geral mas tinha minhas ressalvas e acabou que foi uma obra prima. Quase nunca vemos séries onde mães solteiras são as protagonistas, mas aqui ela não só é a protagonista como também nos dá uma visão geral do que é ser mãe solteira numa sociedade muito machista, o que é ser dona de um bar numa sociedade onde acreditam que uma mulher trabalhando num bar faz mais do que somente atender. O que é ser uma jovem bonita e solteira numa cidadezinha onde todas as mulheres são locais e trabalham com restaurantes familiares. Tem tanta coisa a se dizer sobre Camellia e muito pouco espaço. O que eu quero dizer é Young Sik ( Kang Ha-Neul), ganhou o prêmio de homem imaginário sem defeitos. E não se iludam, não é só romance e nem drama, tem suspense e altos crimes sendo cometidos nessa pequena cidade, os becos escuros também são perigosos em vizinhanças.


Melhores séries ~ por Andréia

The OA
2 temporadas (2019)

Sete anos depois de desaparecer, uma garota volta para casa, mas com novos sentidos. Ela só tem um desejo: voltar ao mundo onde estava.
Porquê eu digo que foi a melhor série do ano: 
The OA (Netflix) narra a história de Prairie uma jovem que é encontrada anos após o seu desaparecimento. A jovem não apenas está de volta ao seio familiar como também está enxergando, ela era cega e aparentemente por um milagre recuperou a visão.
A primeira temporada gira em torno de Prairie, também conhecida como OA, narrando a sua história a um grupo de jovens, tudo pelo que ela teve que passar para chegar aquele momento. A série termina de uma forma que nos deixa sedentos pela segunda temporada que já está disponível. A primeira temporada é repleta de questionamentos, afinal não sabemos se podemos confiar no que a narradora nos transmite, se a história realmente é verdadeira ou apenas fruto de sua imaginação provavelmente traumatizada pelo que provocou o seu desaparecimento.
Já a segunda temporada, é bem difícil falar sobre ela sem dar spoilers sobre o que aconteceu na primeira, pois a segunda temporada tem o seu início na linha temporal imediata do último episódio da primeiro temporada. Digo apenas que como fã de ficção científica, fantasia e multiverso, essa série para mim foi um prato cheio! Há tempos não encontrava uma obra tão criativa e instigante que me fez criar várias teorias e me manteve em frente a tela para descobrir quais delas estavam corretas.

Dinastia
3 temporadas (2019)

Fallon Carrington (Elizabeth Gillies) não esconde sua infelicidade com o noivado do pai bilionário Blake (Grant Show) e da rival Cristal (Nathalie Kelley). A herdeira então trama um plano contra sua futura madrasta, com a ajuda de Michael Culhane (Robert Christopher Riley) e Jeff Colby (Sam Adegoke), inimigo número um de Blake.
Porquê eu digo que foi a melhor série do ano: 

Tá aí uma série que eu não sabia ao certo o que esperar. Comecei a assistir a primeira temporada e com o desenrolar que não me atraia, acabei ficando um longo período sem ver os episódios. Voltei a assistir quando houve o lançamento da segunda temporada. A série é composta por personagens muito loucos e ''fora da casinha'', alguns personagens eu adoro e outros mal vejo a hora de saírem de cena. Não vou focar no enredo pois acontece muita coisa nessa série, as vezes me faz lembrar de uma novela mexicana de tantos enredos diferentes e por vezes clichês, mas o que me conquistou foi a protagonista, uma jovem mulher independente que não deve nada a ninguém e não tem medo de ser quem ela é e de fazer o que bem entender, mesmo que eu não concorde com suas atitudes eu a acho uma excelente protagonista e o romance da segunda temporada, sério, eu estou encantada com o casal que Liam e Fallon formam, queria muito um livro bem clichê protagonizado por eles, seria lindo! Já que não posso ter isso, me contento em aguardar ansiosa pela terceira temporada ser lançada.

Você (You)
1 temporadas (2018)

Guinevere Beck (Elizabeth Lail) é uma aspirante a escritora, que vê sua vida mudar completamente ao entrar em uma livraria no East Village, onde conhece o charmoso gerente, Joe Goldberg (Penn Badgley). Assim que a conhece, Joe tem certeza de que ela é a garota dos seus sonhos, e fará de tudo para conquistá-la — usando a internet e as redes sociais para descobrir tudo sobre Beck. O que poderia ser visto como paixão se transforma em uma obsessão perigosa, uma vez que Joe não vai medir esforços para tirar de seu caminho tudo e todos que podem ameaçar seus objetivos.
Porquê eu digo que foi a melhor série do ano: 
Uma definição de como fiquei após You: impactada. Essa série não é algo de outro mundo e fora da realidade. Não coloquei ela nesse top por ela ser linda, perfeita e sem defeitos, longe disso! Coloquei pois foi uma série que me deixou impressionada, sendo uma das primeiras que eu de fato maratonei (não tenho o hábito de sentar e assistir todos os episódios de uma só vez). Acompanhamos a vida de Joe, um sociopata, e do seu alvo amoroso e o quão bizarro tudo pode ser. A série tem uma forte crítica quanto ao uso de redes sociais e como por vezes nos expomos mais do que o necessário, de que mesmo que aparentemos ter uma vida linda numa tela, a realidade pode estar bem distante disso e que acima de tudo, nós nunca conhecemos bem uma pessoa e a que ponto ela pode chegar para alcançar os seus objetivos, sejam eles quais forem. Com um final chocante e que nos deixa curiosos para saber o que acontecerá com o protagonista..


Melhores livros ~ por Andréia
 
Paixão libertadora
Shophie Jackson - 352 - 2016
Max OHare já passou por muitos momentos difíceis na vida. Depois de perder um grande amor e ter que se internar numa clínica para se livrar das drogas, ele decide que é hora de trocar Nova York por uma cidade do interior, na tentativa de se reerguer ao lado da família.
É lá que ele conhece a deslumbrante Grace Brooks. Amante da arte e da fotografia, ela parece a mulher perfeita. Mas o que Max não sabe é que ela guarda a sete chaves a verdade sobre o próprio passado.
Atraídos um pelo outro, mas com medo das consequências que um relacionamento sério pode trazer a suas vidas já complicadas, eles fazem um pacto para que a relação seja apenas sexual, sem sentimentos envolvidos. Até que as coisas começam a mudar entre os dois..
Presos a grandes medos e a segredos profundos, Max e Grace precisam aprender a confiar de novo e se entregar um ao outro não apenas de corpo, mas também de alma.
Porquê eu digo que foi o melhor livro do ano: 
Com protagonistas que carregam uma bagagem emocional gigante, e certos traumas, Paixão Libertadora mostra que um romance pode estar muito além de só atração física ou bons momentos juntos, que uma parceria de verdade vai muito além disso e que as vezes é necessário apenas a sua presença para ajudar o outro, bem como que família vai além daquela de sangue, que por vezes as pessoas mais importantes nas nossas vidas são aquelas que escolhemos, ou que a vida escolhe pra gente.
 
A chama de Ember
Colleen Houck - 336 - 2019
Quinhentos anos atrás, Jack fez um pacto com um demônio e acabou condenado a uma eternidade de servidão. Como um lanterna, seu único dever é guardar um dos portais que levam ao reino imortal, garantindo que nenhuma alma se infiltre onde não é bem-vinda. Jack sempre fez um excelente trabalho... até conhecer a bela Ember O’Dare.
Há tempos, a bruxa de 17 anos vem tentando enganar Jack para atravessar o portal. Insistente, sem temer os alertas dele, Ember enfim consegue adentrar a dimensão proibida com a ajuda de um vampiro afável e misterioso, e então tem início uma perseguição frenética através de um mundo deslumbrante e perigoso.
Agora Jack precisa resgatar Ember antes que os universos terreno e sobrenatural entrem em colapso e se tornem um caos.
Porquê eu digo que foi o melhor livro do ano: 
Colleen Houck é uma escritora que não desaponta com a sua criatividade. Mesmo que seus livros tenham uma escrita mais juvenil, a sua criatividade transborda as páginas, essa autora tem a capacidade de criar universos únicos e nessa obra ela nos apresenta a origem do Halloween e nos transporta a um universo único e inédito repleto das criaturas que são símbolo dessa época do ano, unindo tudo a um romance fofo e a um vilão tirano.

Mais lindo que a lua
Julia Quinn - 272 - 2018
Mais Lindo Que a Lua, primeiro livro primeiro livro da série Irmãs Lyndon, é uma história irresistível sobre sobre reencontro e desafios, romantismo e perseverança.
Foi amor à primeira vista. Mas Victoria Lyndon era a filha do vigário, e Robert Kemble, o elegante conde de Macclesfield. Foi o que bastou para os pais dos dois serem contra a união. Assim, quando o plano de fuga dos jovens deu errado, todos acreditaram que foi melhor assim.
Sete anos depois, quando Robert encontra Victoria por acaso, não consegue acreditar no que acontece: a garota que um dia destruiu seus sonhos ainda o deixa sem fôlego. E Victoria também logo vê que continua impossível resistir aos encantos dele. Mas como ela poderia dar uma segunda chance ao homem que lhe prometeu casamento e depois despedaçou suas esperanças?
Então, quando Robert lhe oferece um emprego um tanto incomum – ser sua amante –, Victoria não aceita, incapaz de sacrificar a dignidade, mesmo por ele. Mas Robert promete que Victoria será dele, não importa o que tenha que fazer. Depois de tantas mágoas, será que esses dois corações maltratados algum dia serão capazes de perdoar e permitir que o amor cure suas feridas?
Porquê eu digo que foi o melhor livro do ano: 
Gosto de romances clichês, mas eles dificilmente acabam entrando entre as minhas melhores leituras do ano. Mais lindo que a lua me remete a um romance de época simples e cativante, que me fez querer acreditar em amor à primeira vista e um amor despretensioso, sincero e daqueles que não pede nada em troca se fazendo presente por toda uma vida, superando inclusive os preconceitos sociais.


Melhores filmes ~ por Andréia

Durante a tormenta
Oriol Paulo (2018)

Uma inusitada interferência entre duas épocas diferentes faz com que Vera (Adriana Ugarte), uma mulher casada e feliz, salve a vida de um menino que morou em sua casa há 25 anos. O ato de bondade distorce a realidade e Ver acorda em uma relidade totalmente diferente, onde sua filha nunca nasceu e ela nunca conheceu seu marido.
Porquê eu digo que foi a melhor filme do ano: 
Um filme que eu saí gritando aos quatro ventos, que quando eu terminei de assistir saí indicando nas minhas redes sociais e juntando a família para assistir. Esse filme mostra o efeito borboleta, como uma ação pode ter um resultado gigante e influenciar muitas pessoas e como um trailer pode não chegar nem perto de mostrar o que uma obra é. Durante a tormenta (Netflix) é um filme que consegue unir com maestria suspense e ficção científica muitíssimo bem, ele narra a história de Vera que durante uma tormenta e numa espécie de fenda temporal consegue alertar uma criança sobre qual atitude ela não deve ter para que assim a sua morte possa ser evitada, só que na manhã seguinte toda a sua vida está alterada pois aparentemente a criança sobreviveu e isso gerou mudanças inimagináveis, agora ela terá que correr contra o tempo para recuperar o que mais lhe é caro. Fiquei de queixo caído esse filme e posso dizer apenas que adorei o final.
 
 Armas na mesa
John Madden (2017)

Elizabeth Sloane (Jessica Chastain) é uma das lobistas mais poderosas dos Estados Unidos, conhecida por usar uma série de estratégias ilegais para atingir os seus objetivos. Um dia, é abordada para apoiar a bancada mais poderosa do congresso americano: os senadores pró-armas. Contrária à ideia, ela pede demissão e passa a trabalhar para o lado oposto, na intenção de conseguir leis mais rígidas para o porte de armas. Sloane começa a sofrer um série de ameças pessoais e profissionais, e começa a questionar os seus limites dentro desta profissão.
Porquê eu digo que foi a melhor filme do ano: 
Até assistir esse filme eu não sabia muito bem como funcionava a questão de lobby, lobista e a parte política e corrupta que poderia ter por trás desse tema. Armas na mesa me apresentou uma protagonista badass, Elizabeth Sloane, interpretada pela Jessica Chastain, que para mim é a melhor personagem e interpretação da atriz, tanto que foi indicada ao globo de ouro. Enfim, a história é sobre lobby e como conseguir votos de políticos para aprovar determinada lei, que no caso é a polêmica liberação/restrição de armas de fogo nos Estados Unidos e como políticos são corruptíveis, mas acima de tudo como ‘’lobby é estar sempre um passo à frente’’. É um filme de nos deixar embasbacados com uma personagem forte, dona de si e da sua carreira, que é extremamente inteligente e estrategista. Recomendo muito!


Só você
Norman Jewison (1994)

Faith (Marisa Tomei) é uma professora que acredita que sua alma gêmea é um homem chamado Damon Bradley, pois quando era garota este nome apareceu em uma tábua Ouija e também por ter sido predito por uma cigana. O tempo passou e ela vai se casar com um médico. Faltando poucos dias do casamento ela atende o telefonema de um amigo do seu noivo, que pede desculpas por não poder ir a cerimônia pois está partido naquele instante para Veneza. O nome do amigo era Damon Bradley, o que faz com que ela não pense duas vezes e decida ir até Veneza, tentando encontrar um homem que ela não conhece.
Porquê eu digo que foi a melhor filme do ano: 
Um filme leve e despretensioso, uma comédia romântica daquelas de aquecer o coração. Faith ainda quando criança vai a uma cartomante que lhe informa o nome e sobrenome do amor da sua vida e é as vésperas de se casar atende a ligação de um desconhecido com o mesmo nome daquele que a quando pequena fora informada que seria o amor de sua vida, resolvendo então que irá a Europa para procurar o seu pretendente, então várias confusões, encontros e desencontros acontecerão até que ela possa enfim ficar com a sua cara metade.
Curiosidade: Se você já assistiu aos novos filmes do homem aranha e viu a interação entre o Tony Stark (Robert Downey Jr.) e a tia May (Marisa Tomei), saibam que os dois já foram um casal na vida real graças ao filme Só Você, e que mesmo após o término do relacionamento os dois continuam amigos e que essa amizade foi um dos fatores que proporcionaram à atriz conseguir esse papel. 


Melhores séries ~ por Débora
Stranger Things 3
3 temporadas (2019)

É verão em Hawkins. De férias da escola, Eleven (Millie Bobby Brown), Mike (Finn Wolfhard), Dustin (Gaten Matarazzo), Lucas (Caleb McLaughlin), Will (Noah Schnapp) e Max (Sadie Sink) aproveitam as novidades do recém inaugurado shopping da cidade, enquanto experienciam situações típicas da adolescência que colocam a prova a amizade do grupo. Mas quando a cidade volta a ser ameaçada por inimigos novos e antigos, eles precisam lembrar que a união é mais forte que o medo.
Porquê eu digo que foi a melhor série do ano: 
Pra quem já conhece essa série com certeza já é apaixonado. Mas mesmo sabendo que Stranger Things (Netflix) nunca decepciona; adorei essa nova temporada e se tornou a minha favorita de todas. Dessa vez pudemos ver nossos fofos personagens mais crescidinhos e passando pelas experiencias da adolescência, e foi muito interessante acompanhar o amadurecimento tanto deles quanto dos atores junto com a série. Com muitas referências pop, lindas cenas de ambientação dos anos 80, fui transportada para os filmes antigos da sessão da tarde, aquela sensação gostosinha de nostalgia, misturado com amor adolescente de verão. Tudo isso, claro, com muito mistério e cenas hilárias dos novos personagens da série. Icônico forever <3 <3

Elite 2
2 temporadas (2019)

Para tentar descobrir a verdade sobre a morte de Marina (María Pedraza), Samuel (Itzan Escamilla) tenta seduzir Carla (Ester Expósito). Cayetana (Georgina Amóros) pode ter seu segredo revelado pela mãe. Segredos finalmente vêm à tona e a verdade sobre o misterioso desaparecimento de Samuel é esclarecido.
Porquê eu digo que foi a melhor série do ano: 
Na verdade a 2° temporada estreou esse ano, mas ainda não tinha visto a 1° temporada e engatei as duas de uma vez. Que bom porque senão ficaria com o coração na mão esperando pra ver a próxima. A 2° temporada seguiu a mesma formula eficiente da primeira, cheia de suspense, intrigas e romances, Elite (Netflix) se mostrou mais uma vez muito viciante. É o tipo de série que você não consegue sossegar enquanto não ver o próximo episodio, nessa nova temporada mesmo já sabendo quem é o assassino revelado na primeira temporada, temos novos mistérios e aquela ansiedade pra que o culpado seja logo desmascarado na frente de todos; além de sofrer com os novos casais que se formam e que me conquistaram inesperadamente. Pra quem curte o gênero, Elite conseguiu superar Riverdale como melhor série jovem de mistério. 

   
Sex Education
1 temporada (2019)

Otis (Asa Butterfield) é um adolescente socialmente inapto que vive com sua mãe, uma terapista sexual. Apesar de não ter perdido a virgindade ainda, ele é uma espécie de especialista em sexo. Junto com Maeve, uma colega de classe rebelde, ele resolve montar sua própria clínica de saúde sexual para ajudar outros estudantes da escola.
Porquê eu digo que foi a melhor série do ano: 
Essa nova série da Netflix foi a minha grande surpresa desse ano. Antes de assistir eu pensei que seria um segundo "American Pie", mas me enganei redondamente. Posso dizer que as cenas de sexo e nudez são bastantes e podem incomodar algumas pessoas, mas incrivelmente ao chegar ao final da temporada fiquei boba com a sensibilidade da série ao tratar sobre a adolescência de forma tão genial e divertida. Trazendo debate para vários assuntos tabu, como feminismo, racismo, homossexualidade, bullying e as pressões da sociedade e do ambiente familiar. Foi um verdadeiro tapa na cara, essa série de cliché não teve nada. Estou louca para ver logo a 2° temporada que já foi confirmada para 2020.


Melhores livros ~ por Débora

Pessoas normais
Sally Rooney - 264 - 2019
Na escola, no interior da Irlanda, Connell e Marianne fingem não se conhecer. Ele é a estrela do time de futebol, ela é solitária e preza por sua privacidade. Mas a mãe de Connell trabalha como empregada na casa dos pais de Marianne, e quando o garoto vai buscar a mãe depois do expediente, uma conexão estranha e indelével cresce entre os dois adolescentes – contudo, um deles está determinado a esconder a relação. Um ano depois, ambos estão na universidade, em Dublin. Marianne encontrou seu lugar em um novo mundo enquanto Connell fica à margem, tímido e inseguro. Ao longo dos anos da graduação, os dois permanecem próximos, como linhas que se encontram e separam conforme as oportunidades da vida. Porém, enquanto Marianne se embrenha em um espiral de autodestruição e Connell começa a duvidar do sentido de suas escolhas, eles precisam entender até que ponto estão dispostos a ir para salvar um ao outro. Uma história de amor entre duas pessoas que tentam ficar separadas, mas descobrem que isso pode ser mais difícil do que tinham imaginado.
Porquê eu digo que foi o melhor livro do ano: 
Esse livro entrou pra minha lista de favoritos da vida. Nunca fui tão impactada por uma leitura antes, de verdade. Conseguiu me destruir emocionalmente e ao mesmo tempo me conquistou pra sempre. Posso dizer que é um dos melhores livros do gênero jovem adulto já lançados. Recomendo muito para os fãs de dramas jovens que curtem uma  história de amor contemporânea. O livro também já está sendo ambientado para virar uma série da Hulu, e em breve terá resenha desse livro aqui no blog.

As mil partes do meu coração
Colleen Hoover - 336 - 2018
Autora best-seller do New York Times aborda relacionamentos e transtornos mentais em uma narrativa que discute os limites do que é normal. Para Merit Voss, a cerca branca ao redor da sua casa é a única coisa normal quando o assunto é sua família, peculiar e cheia de segredos. Eles moram em uma antiga igreja, batizada de Dólar Voss. A mãe, curada de um câncer, mora no porão, e o pai e o restante da família, no andar de cima. Isso inclui sua nova esposa, a ex-enfermeira da ex-mulher, o pequeno Moby, fruto desse relacionamento, o irmão mais velho, Utah, e a gêmea idêntica de Merit, Honor. E, como se a casa não tivesse cheia o bastante, ainda chegam o excêntrico Luck e o misterioso Sagan. Mas Merit sente que é o oposto de todos ali. Além de colecionar troféus que não ganhou, Merit também coleciona segredos que sua família insiste em manter. E começa a acreditar que não seria uma grande perda se um dia ela desaparecesse. Mas, antes disso, a garota decide que é hora de revelar todas as verdades e obrigá-los a enfim encarar o que aconteceu. Mas seu plano não sai como o esperado e ela deve decidir se pode dar uma segunda chance não apenas à sua família, mas também a si mesma. As mil partes do meu coração mostra que nunca é tarde para perdoar e que não existe família perfeita, por mais branca que seja a cerca.
Porquê eu digo que foi o melhor livro do ano: 
Mesmo amando muito Colleen Hoover confesso que suas ultimas obras lançadas não estavam me atraindo muito, mas aí Colleen mostra mais uma vez sua melhor face com "As mil partes do meu coração", e o livro se tornou meu favorito da autora. Nos deparamos com uma história sensível sobre dramas familiares, e um tema super importante que é a depressão. Me identifiquei muito com a personagem principal e me vi emocionada com o drama da mesma, sem conseguir largar esse livro durante dois dias inteiros. Chorei de verdade e entrou pra minha lista de favoritos da vida! 
 
Nuvens de Ketchup
Annabel Pitcher - 270 - 2015
Zoe guarda um terrível segredo que não ousa contar para ninguém que conhece. Um dia, porém, ela ouve falar sobre um criminoso no corredor da morte e encontra neste improvável interlocutor a pessoa perfeita para confessar seu crime. As cartas de Zoe constroem uma trama de segredos, mentiras e amor e tratam de todo o seu mundo: sua família, seus amigos, sua rotina, seus sonhos, suas obrigações, seus desejos, seu humor sarcástico e, especialmente, sua imensurável culpa.
Através dessa perspectiva, a família da garota ganha vida. Com o casamento abalado, os pais da adolescente tentam manter-se unidos apesar dos atritos. Um segredo bem guardado é o pivô de muitas discussões entre eles, e as brigas constantes dos pais afetam Zoe e as duas irmãs mais novas. A confusão familiar é o estopim para que Zoe comece também a ter uma vida cheia de segredos, culminando no seu envolvimento em um triângulo amoroso com consequências devastadoras em sua vida.
Porquê eu digo que foi o melhor livro do ano: 
Esse livro também foi uma grande surpresa pra mim, pois ele é bem pouco falado entre os blogs literários, mas com certeza foi um livro memorável. Lembra bastante obras como "Cartas de amor aos mortos" e "Aos perdidos, com amor". A história é uma das melhores que já li no estilo de capítulos epistolares (narrados em forma de cartas). Conseguiu me tocar intensamente, e mesmo com um final de arrancar o coração da gente, me rendeu boas reflexões. Indico pra quem estiver a fim de soltar umas lágrimas com um bom livro.


Melhores filmes ~ por Pedro

Bacurau
Kleber Mendonça Filho e Juliano Dornelles (2019)

Os moradores de um pequeno povoado do sertão brasileiro, chamado Bacurau, descobrem que a comunidade não consta mais em qualquer mapa. Aos poucos, percebem algo estranho na região: enquanto drones passeiam pelos céus, estrangeiros chegam à cidade. Quando carros se tornam vítimas de tiros e cadáveres começam a aparecer, Teresa, Domingas, Acácio, Plínio, Lunga e outros habitantes chegam à conclusão de que estão sendo atacados. Falta identificar o inimigo e criar coletivamente um meio de defesa.
Porquê eu digo que foi a melhor filme do ano: 
Talvez um dos melhores filmes brasileiros dos últimos tempos, Bacurau espelha um Brasil que conserva problemas crônicos de corrupção, violência, desigualdade e o desprezo do brasileiro pela sua própria história. Um filme sobre o passado, o presente e um futuro não tão distante assim; onde o discurso de ódio só tende a crescer e a negligência do Estado para com povos (principalmente do norte e nordeste onde a falta de água é um problema antigo, por exemplo) marginalizados da sociedade parecem não cessar. Do ponto de vista estrutural, o filme navega entre gêneros variados e o desfecho brutal ao melhor estilo western (faroeste) arranca suspiros. 


Parasita
Bong Joon-ho (2019)

Toda a família de Ki-taek está desempregada, vivendo em um porão sujo e apertado, mas uma obra do acaso faz com que ele comece a dar aulas de inglês a uma garota de família rica. Fascinados com a vida luxuosa destas pessoas, pai, mãe e filhos bolam um plano para se infiltrarem também na família burguesa, um a um. No entanto, os segredos e mentiras necessários à ascensão social custam caro a todos.
Porquê eu digo que foi a melhor filme do ano: 
Uma fábula moderna que escancara a diferença de classes centrada em duas famílias em condições opostas de vida. Se o tema já não nos é novidade, a forma como o excelente Bong Joon-ho aborda-o é sim, digna de aplausos. Conservando as características tragicômicas que permeiam toda sua filmografia, Parasita sem pressa nos apresenta primeiro aos dramas de uma família que vive no subsolo literal de uma vida miserável, culminando, então, numa fatídica luta pela sobrevivência.  Não à toa, o filme é considerado o grande favorito ao Oscar de melhor filme internacional em 2020. 

 
Midsommar
Ari Aster (2019)

Após vivenciar uma tragédia pessoal, Dani vai com o namorado Christian e um grupo de amigos até a Suécia para participar de um festival local de verão. Mas, ao invés das férias tranquilas com a qual todos sonhavam, o grupo se depara com rituais bizarros de uma adoração pagã.
Porquê eu digo que foi a melhor filme do ano: 
Midsommar é um desgraçamento total. Os alerto, pois não é para quem tem estômago fraco. O filme é pesado do começo ao fim; se no primeiro ato somos apresentados à tragédia familiar de Dani (a excelente Florence Pugh) e, consequentemente, o sofrimento da jovem aliado a um relacionamento conturbado, no ato final o drama cede espaço a um verdadeiro gore de rituais pagãos desagradabilíssimos. Vale destacar as atuações que são ótimas, principalmente da supracitada Florence, que consegue transmitir de forma magistral as ansiedades e a perturbação da personagem, causando um incômodo quase que paupável ao telespectador. O filme se propõe desde o começo a mexer com o psicológico de quem o assiste, e é bastante eficaz nisso.


Melhores livros ~ por Jennifer
 
A guerra que salvou minha vida
Kimberly Brubaker Bradley - 240 - 2017
Ada tem dez anos (ao menos é o que ela acha). A menina nunca saiu de casa, para não envergonhar a mãe na frente dos outros. Da janela, vê o irmão brincar, correr, pular – coisas que qualquer criança sabe fazer. Qualquer criança que não tenha nascido com um “pé torto” como o seu. Trancada num apartamento, Ada cuida da casa e do irmão sozinha, além de ter que escapar dos maus-tratos diários que sofre da mãe. Ainda bem que há uma guerra se aproximando.
Os possíveis bombardeios de Hitler são a oportunidade perfeita para Ada e o caçula Jamie deixarem Londres e partirem para o interior, em busca de uma vida melhor.
Kimberly Brubaker Bradley consegue ir muito além do que se convencionou chamar “história de superação”. Seu livro é um registro emocional e historicamente preciso sobre a Segunda Guerra Mundial. E de como os grandes conflitos armados afetam a vida de milhões de inocentes, mesmo longe dos campos de batalha. No caso da pequena Ada, a guerra começou dentro de casa.
Essa é uma das belas surpresas do livro: mostrar a guerra pelos olhos de uma menina, e não pelo ponto de vista de um soldado, que enfrenta a fome e a necessidade de abandonar seu lar. Assim como a protagonista, milhares de crianças precisaram deixar a família em Londres na esperança de escapar dos horrores dos bombardeios.
Vencedor do Newbery Honor Award, primeiro lugar na lista do New York Times e adotado em diversas escolas nos Estados Unidos.
Porquê eu digo que foi o melhor livro do ano: 
Se passa na Segunda Guerra Mundial: Posso parecer estranha, mas a grande maioria dos meus livros favoritos têm como cenário esse momento fatídico da história. Acredito que eles nos dão mais ânimo de superar barreiras e viver.
A história é pelo olhar de uma menina: Eu amei a forma como Ada nos conta sua história, a sua doçura, o seu medo em relação ao futuro e toda a sua ingenuidade, é o que torna a trama mais leve e triste também.
É uma história em que você lê com lencinhos: Sim, pode se preparar para separara lencinhos para essa leitura, porque esse livro vai te fazer chorar! Já disse antes na resenha do mesmo aqui no blog que esse livro é angustiante porque a cada linha descrita salta-se de uma lagrima a um principio de conforto. A gente, como leitores, ficamos nesse meio termo quase que grande parte dessa leitura.
 
A vida secreta das abelhas
Sue Monk Kidd - 256 - 2014
Tendo como
pano de fundo os anos 1960, A vida secreta das abelhas é uma história marcante sobre o poder feminino e o poder do amor.
A adolescência de Lily Owens tem sido complicada. Ela não se lembra da morte da mãe, há mais de dez anos, e sua relação com o pai é mais que difícil. Em 1964, quando completa 14 anos, ela decide fugir com sua babá Rosaleen. Lily sai a caminho de Tiburon, a cidade que parece esconder alguma resposta sobre a vida de sua mãe. Chegando lá, ela e Rosaleen são acolhidas por três irmãs. Aos poucos, Lily descobre um mundo mágico de abelhas, mel e da Madona Negra. Com a ajuda das irmãs Boatwright – August, May e June –, Lily tenta desvendar sua história. Será que ela conseguirá enfrentar os demônios de seu passado e se tornar uma jovem independente?
Porquê eu digo que foi o melhor livro do ano: 
Em primeiro lugar é uma história que se passa na época da Segregação Racial nos EUA: Esse livro não é leve, mas traz uma visão importante sobre como era a relação entre negros e brancos nos anos 60 e a partir dessa visão nos faz pensar o porquê de tanto preconceito se o que sentimos e o que vivemos como seres humanos é tão parecido? 
É uma história que se passa em uma visão feminina: Por coincidência ou não todos os meus tops livros são escritos por mulheres e narrados por elas mesmas e isso, sim fez toda a diferença, porque a maioria dos relatos da época são masculinos, mas e para as mulheres, como era viver em um mundo tão desigual tanto racial tanto em questões de gênero? Sem contar que a forma como a adolescente Lily nos conta sua história é tão tocante que sim não poderia ser diferente.
Essa é mais uma história para se ler com lencinhos: Essa com certeza é uma trama que se lê com lencinhos (vários lencinhos). É uma história triste, mas não por completo, se sente picos de alívios ao decorrer dela.
Já foi adaptada: Nunca vi o filme, mas acredito que seja muito bem feito e para ter sido adaptada é porque realmente é um clássico.
 
Tempo de Graça, Tempo de Dor
Frances de Pontes Peebles - 368 - 2019
Nascida na miséria e abandonada pela mãe, Das Dores tem uma infância difícil trabalhando como ajudante de cozinha num grande engenho de açúcar em Pernambuco, nos anos 1930. Um dia, a chegada de uma menina muda tudo. Graça, a filha mimada do novo senhor da fazenda, é esperta, bem-alimentada, bonita – e encantadoramente malcomportada.
Vindas de mundos tão diferentes, elas constroem uma amizade que nasce das travessuras em dupla, floresce em seu amor pela música e marca para sempre sua vida e seu destino.
Quando não conseguem suportar o que o futuro no engenho lhes reserva, elas fogem para o Rio de Janeiro em busca de uma carreira como divas do rádio. Mas só uma está destinada a se tornar uma estrela. À outra restam os bastidores, longe das atenções e do reconhecimento do público.
Começando no Nordeste e passando pelas ruas da Lapa, no Rio de Janeiro, e pela Los Angeles da Era de Ouro hollywoodiana, Tempo de Graça, Tempo de Dor é o comovente retrato de uma amizade inabalável, marcada pelo orgulho, pela rivalidade e pelo ressentimento. Escrito em forma de memórias, conta as alegrias e o lado sombrio do relacionamento de duas mulheres que encontram na música, e às vezes uma na outra, o sentido da própria existência.
Porquê eu digo que foi o melhor livro do ano: 

É uma história sobre amizade e rivalidade: Pode até parecer coisas diferentes, mas nessa trama isso casa de uma forma impagável. Jega e Patroinha são amigas, porém as maiores rivais umas das outras.
Se passa nos anos 30 aqui mesmo no Brasil e um pouco nos EUA: Deu já pra perceber que amo livros históricos, não?  A autora nos apresenta de forma sublime o país da época, tanto o lado luxuoso da vida boemia quanto o lado sombrio e desafetuoso do mesmo. O que é a busca por um ideal? Até onde alguém está preparado para lutar pela fama?
Outra história para se ler com lencinhos: Essas amigas nos fazem chorar seja por emoção ou por tristeza mesmo. É um livro intenso em todo sentido da palavra, repetindo o que eu havia dito sobre o mesmo aqui na resenha que fiz dele no blog.
Um livro que fala de música: Amo histórias em que a música tem um papel fundamental e nessa não é diferente, as duas amigas são amantes da música, e é a mesma a responsável por todas as transformações de suas vidas, sejam elas boas ou más. 
É literatura BRASILEIRA: Sim, meus amigos nem do estrangeiro viverá a literatura! Temos muitas coisas atuais e extremamente boas aqui em território nacional que merecem ser lidas e relidas com certeza, e essa história não é diferente.

Melhores filmes ~ por Jennifer

Roma
Alfonso Cuarón (2018)

Cidade do México, 1970. A rotina de uma família de classe média é controlada de maneira silenciosa por uma mulher (Yalitza Aparicio), que trabalha como babá e empregada doméstica. Durante um ano, diversos acontecimentos inesperados começam a afetar a vida de todos os moradores da casa, dando origem a uma série de mudanças, coletivas e pessoais.
Porquê eu digo que foi a melhor filme do ano: 
Roma (Netflix), é um daqueles filmes que já nasceram clássicos: Sim, é uma história que já nasceu clássica em todo sentido mesmo, tanto na história como nos efeitos visuais. É uma trama familiar que percorre o tempo.
É um filme em tons de preto e branco: Isso faz toda a diferença para a história, ela não se torna mais velha ou mais contemporânea que outras, mas traz um tom harmonioso e um olhar único ao expectador.
É um relato familiar: O ponto alto da trama não é nada incomum ou revolucionário é um simples relato familiar completamente pessoal, algo diário, mas que nesse toque de rotina nos trás pequenos detalhes que não desapercebidos pela maioria inclusive se pensarmos na nossa própria vida. 

 
Que mal eu fiz a Deus?
Philippe de Chauveron (2014)

Claude e Marie são católicos, conservadores e têm quatro filhas. Eles não ficam felizes quando três se casam com homens de outras religiões. Ainda resta a esperança da filha caçula. Mas o futuro genro pode não atender as expectativas do casal.
Porquê eu digo que foi a melhor filme do ano: 
É um filme antigo de 2014, porém a história é muito atual: Ainda hoje temos muitas diferenças e pré-conceitos em relação ao outro ainda mais quando esse outro entra na sua família. É triste dizer, mas nós como sociedade ainda somos cheios de tabus.
 É uma comédia leve, mas proposito: Eu sou do tipo que amo pensar fazendo quase tudo. Meio estranho, não? Então essa comédia foi um presente já que ela é muito boa, não só porque a gente ri e muito, mas também porque rimos e refletimos ao mesmo tempo e isso é fantástico.
O final é fofo: Amo clichês e não nego! O final é muito fofo e merece ser visto várias e várias vezes.
 
First they killed my father
Angelina Jolie (2017)

Quando o regime comunista do Khmer Vermelho assume o controle da capital do Camboja, Phnom Penh, a pequena Loung Ung é obrigada a deixar para trás sua casa e seguir com a família para o interior. Num campo de trabalho forçado, ela convive diariamente com o horror, a fome, o medo e a ameaça de separação dos pais e irmãos.
Porquê eu digo que foi a melhor filme do ano: 
É retratado pelo olhar de uma criança: Para mim o olhar da pequena Loung fez toda a diferença nessa trama, repetindo novamente o que eu disse na resenha dele aqui no blog: Não que isso a deixe mais leve, porque não vai.
É totalmente baseado em fatos reais: Essa história é encenada a partir do testemunho da própria Loung Ung em seu livro.
O cenário é impagável: O cenário desse filme é maravilhoso, cada detalhe torna a história ainda mais intensa. É como dizem: O corpo fala, no caso a imagem diz tudo.
Outra história para se ver com lencinhos: Sim, além de forte é triste; posso garantir a vocês que essa trama vai ficar gravada em vocês por muito tempo.


Melhores séries ~ por Jennifer

Desventuras em série
3 temporadas (2019)

Os órfãos Baudelaire são três irmãos muito inteligentes; Violet é a mais velha, Klaus é o irmão do meio e Sunny é a mais nova, com três anos. Quando seus pais morrem, eles passam a morar com diferentes tutores, e o primeiro é Conde Olaf, que irá tentar roubar a enorme herança deixada pelos pais.
Porquê eu digo que foi a melhor série do ano: 
Desventuras em série (Netflix) é para os amantes de mistério e suspense: Amo um bom mistério desde criança e essa série não decepciona em absolutamente NADA. Fora o suspense em que os irmãos sempre estão metidos.
A trilha sonora e os efeitos visuais são incríveis: Até hoje a música de abertura da série não sai da minha cabeça literalmente (rs) fora todos os efeitos das cenas que são absolutamente incríveis.
A história não cansa: Em momento nenhum você fica cansado ou entediado ao assistir essa trama, confesso que tive um pouco de receio antes de ver, já que havia só visto quando criança o filme do mesmo nome, mas que claro não conta a história toda. 
Os atores, sem exceção são maravilhosos: Todas as atuações são perfeitas e cada papel tem um valor simbólico para a trama.


Dirk Gently's Holistic Detective Agency
2 temporadas (2016)

Um caso misterioso leva o jovem Todd a ser o assistente de um detetive excêntrico que utilizará métodos nada convencionais para desvendar crimes.
Porquê eu digo que foi a melhor série do ano: 
Dirk foi uma surpresa de 2019: Claro que a série é de 2017, mas só a conheci esse ano e meu Deus eu literalmente maratonei ela! Acabei em um dia, acho incrível uma serie tão boa ser tão desconhecida assim.
Tem mistério envolvido: Como disse antes amo um bom mistério e essa série não decepciona em nada (rs) a forma como as coisas surgem são extremamente loucas.
Mistura comédia, ficção cientifica e drama policial: É uma mistura disso tudo e casam muito bem, acho uma pena terem cancelado na segunda temporada.
É baseado no livro de mesmo nome do Douglas Adams: Sim, Douglas Adams!!! Então sabemos que qualidade não falta. Ah, li o livro também e em breve terá resenha sobre o mesmo aqui no blog.

 
Virgin River
1 temporadas (2019)

Uma enfermeira se muda de Los Angeles para uma cidadezinha no norte da Califórnia em busca de um recomeço. Mas a nova vida vai ser bem diferente do que ela imagina.
Porquê eu digo que foi a melhor série do ano: 
O cenário é maravilhoso: É lindo realmente, já que se passa em uma cidadezinha de interior, mas com bosques maravilhosos.
É uma história de vários recomeços: Virgin River (Netflix) é mostra os dramas de boa parte dos personagens da trama, seus medos, passados e sonhos para o futuro.
Tem romance, é claro: Um bom romance não poderia faltar, e realmente não falta é muito shipp minha gente!
É pra assistir com lencinho nas mãos: Outra história de chorar em algumas partes, mas não é exatamente triste só tem uns picos ali e aqui.
É uma trama fofa e cheia de altos e baixos: É muito fofa essa história e com muitas situações inusitadas. Ah, em breve vai ter resenha completinha dela aqui.

comentários pelo facebook:

6 comentários

  1. Olá, tudo bem? Ahhh, eu adoro essas retrospectivas, é muito bacana ver quais foram os melhores livros, filmes e séries do ano! Quero muito ler "Garota em pedaços" e "As mil partes do meu coração", então fiquei bem feliz por vê-los entre os três melhores!

    Beijos,
    Duas Livreiras

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  2. oi :)
    De todos os melhores livros que foram citados eu só li o Mais lindo que a lua, mas infelizmente não gostei. Mas, tenho vontade de ler alguns da livra, a série trono de vidro vou tentar ler esse ano!
    Sobre os filmes o último do vingadores e como treinar seu dragão eu amei demais <3

    http://www.seguindoocoelhobrancoo.com.br/

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  3. Olá gente?

    Nossa, o único livro que li da lista de você foi Tempo de Graça, Tempo de Dor. Já notei algumas dicas que vocês deixaram porque assistir e ler alguns livros. Um deles é As mil partes do meu coração. Parabéns pela retrospectiva.

    Bjos

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  4. Nossa qnt coisa boa foi citada nessa postagem, em relação às séries vi algumas das citadas e a de maior destaque pra mim também foi YOU. Maratonei as duas temporadas de dez a jan e posso dizer que mexeu muito comigo, ela nos faz pensar em muita coisa.
    Enfim parabéns pelos melhores do ano de vcs e que 2020 seja fantástico para todos nós.

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  5. Amei conhecer o que vcs tiveram de melhor no ano, alguns já eram meus conhecidos ou estão na minha lista de coisas futuras... E vcs sosó acrescentaram mais coisinhas nessa lista!!!

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