Oie galerinha!!!! Tudo bem?
O post de hoje é de livros - que eu amo muito hahaha - com temática LGBTQI+, seja para quem quer conhecer mais do assunto, seja para quem quer indicações, seja para quem já ama e só vai concordar comigo.
Espero que aproveitem!
O post de hoje é de livros - que eu amo muito hahaha - com temática LGBTQI+, seja para quem quer conhecer mais do assunto, seja para quem quer indicações, seja para quem já ama e só vai concordar comigo.
Espero que aproveitem!
Porque eu digo que você precisa conhecer esse livro?Um milhão de finais felizes
352 páginas (2018)
Jonas não sabe muito bem o que fazer da vida. Entre suas leituras e ideias para livros anotadas em um caderninho de bolso, ele precisa dar conta de seus turnos no Rocket Café e ainda lidar com o conservadorismo de seus pais, sua mãe alimenta a esperança de que ele volte a frequentar a igreja, e seu pai não faz muito por ele além de trazer problemas.
Mas é quando ele conhece Arthur, um belo garoto de barba ruiva, que Jonas passa a questionar por quanto tempo conseguirá viver sob as expectativas de seus pais, fingindo ser uma pessoa diferente de quem é de verdade. Buscando conforto em seus amigos (e na sua história sobre dois piratas bonitões que se parecem muito com ele e Arthur), Jonas entenderá o verdadeiro significado de família e amizade, e descobrirá o poder de uma boa história.
Honestamente? Porque eu AMO o Vitor Martins - HAHAHAHAHA - não que não seja verdade, pois real, amo muito esse menino, sim menino porque ele não é tão mais velho que eu e se eu não penso em mim como mulher também não vou pensar nele como homem, mesmo ele sendo um grande homem.
Enfim, mas a verdade é que "Um milhão de finais felizes" fez um clique dentro de mim, enquanto eu lia esse livro - nacional - eu me sentia tão... em casa, é difícil explicar mas é maravilhoso de sentir. Não teve um nada nessa leitura que não foi ótimo, prazeroso e lindo.
É totalmente outro nível ler um livro que foi feito por um brasileiro que entende a gente, que passa pelas mesmas coisas que a gente, que em seu livro tem personagens literalmente gente como a gente, em lugares que eu posso ir se quiser, com coisas que fazem parte do meu cotidiano e tretas que fazem parte da minha cultura - por mais que sinceramente? Essas tretas fazem parte de qualquer cultura não? Só vão, porque é perfeito.







