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14.9.16

Quando o amor bater à sua porta
Autores: Samanta Holtz
Editora: Arqueiro
Páginas: 304
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Ele tem um passado do qual não se lembra. Ela precisa esquecer o seu.
Malu Rocha é uma escritora de 29 anos independente, confiante e bem-sucedida. Mora sozinha em São José dos Pinhais, perto de Curitiba, onde mantém uma rotina regrada de pedalar todas as manhãs, escrever e, semanalmente, visitar o avô de 98 anos em uma casa de repouso.
Porém sua vida toda controlada sai do eixo quando um homem bate à sua porta e se apresenta como Luiz Otávio Veronezzi, dizendo ter perdido uma reunião marcada com ela. Malu não se lembra do compromisso e sua primeira reação é dispensá-lo. Mas o belo desconhecido insiste, explicando que sofreu um acidente de carro, ficou em coma e perdeu a memória, assim como seus documentos. As únicas coisas que restaram foram um pouco de dinheiro e um papel com o nome e o endereço de Malu, o nome dele e a data da reunião. Luiz confessa que a escritora era sua última esperança para descobrir a própria identidade.
O problema é que ela não tem a menor ideia de quem ele seja.
Desconfiada, mas sentindo-se responsável pelo acontecido, Malu decide ajudá-lo e embarca em uma jornada para descobrir quem ele é – o que acaba trazendo à tona muitos fatos sobre si mesma, seus medos e segredos mais bem guardados, além de um passado que preferia esquecer.
A bela narrativa e a trama que prende do começo ao fim nos convidam a acompanhar Malu e Luiz nessa busca que se transforma em uma história de amor de tirar o fôlego.
25.8.14


   Pensei em mil maneiras de iniciar este post e por fim decidi falar do quão surpresa e orgulhosa fiquei! Está é minha terceira bienal e posso dizer, com certeza, que o número de pessoas aumenta a cada uma que passa, fiquei chocada com a quantidade de pessoas em pleno fim de semana, as sete da manhã, lá paradas, numa fila quilométrica para ver seus escritores favoritos.


   E  o que me deixou extremamente orgulhosa foi ouvir da boca de uma menina essa frase "E não é melhor, uma fila desta para algo que trás cultura, como os livros, do que uma muvuca para um show de música?", não desmerecendo os shows, pelo amor de Deus, amo música e ela também é cultura, mas ver aquelas pessoas, ali tão empenhadas pelo simples prazer da leitura me comoveu, me fez pensar que nosso país está evoluindo, que a cada dia que passa mais pessoas aprendem que os livros são mágicos.

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